Fruto de uma história de amor, os 13 anos do Memorial destacam as inovações, conquistas e serviços os quais oferece, além de projetar novos planos para incrementar as ações já desenvolvidas. Ainda lá em 2002, no início de sua projeção, a novidade atraía olhares curiosos dos passo-fundenses, pois a cidade estava ganhando uma estrutura completamente diferente de tudo o que a população já havia visto. Alguns apostavam que a construção resultaria em um shopping center, enquanto outros apenas não faziam ideia do que estava por vir.

No fim, a notícia veio: o primeiro cemitério vertical particular da região surgia para reconfortar milhares de famílias e oferecer dignidade a milhares de pessoas queridas que viriam a partir.

Originado da história de amor vivida entre seu idealizador e aclamado médico da região, Dalvino Badotti, e sua esposa, Marizete Badotti, o Memorial foi pensado com carinho desde o seu princípio. “Minha mãe estava sepultada no Cemitério Municipal Vera Cruz, então ele [Dalvino] ia todo sábado visita-la, porque eles construíram juntos uma vida. Acabava que ele se via em uma casa confortável e ela num lugar feio e que não era digno da pessoa dela. Então, baseado nas necessidades dele e naquilo que ele viu que era o que a esposa dele merecia, ele acabou desenvolvendo um cemitério para ela e para a comunidade toda”, relata o filho do casal e atual diretor do Memorial Vera Cruz, o advogado Felipe Badotti.

Dalvino e Marizete Badotti

Finalizado o projeto que Dalvino Badotti executou ao lado do engenheiro Jorge Brol, o médico fez questão de mudar o local do sepultamento da esposa, assim, em 24 de agosto de 2005, inaugurando o funcionamento do cemitério Memorial da Paz, que depois viria a chamar-se de Memorial Vera Cruz. Seis meses depois, um ataque cardíaco fez com que o idealizador do maior cemitério vertical do Norte do Estado se juntasse à esposa para o repouso eterno.
Hoje, os dois filhos do casal, Felipe e Augusto, são os responsáveis por levar adiante o legado do pai. “O Memorial representa o sonho dele; o sonho do meu pai. O sonho do amor além da vida”, ressalta Felipe.

Memorial Vera Cruz tem o único crematório do Norte do RS

Pioneiro em tecnologia
No início do projeto, 16 anos atrás, o intuito de seus idealizadores já era de que o espaço representasse inovação e tecnologia, além de proporcionar conforto a quem frequentasse o local e dignidade àqueles que teriam o Memorial como sua última morada. O primeiro cemitério vertical da região prometeu e cumpriu a função social de ser a melhor solução em termos de sepultamento ecológico ao apresentar um eficiente sistema de filtros e purificadores de gases e líquidos para que não fossem prejudiciais ao meio ambiente.

Em 2015, uma nova alternativa ecologicamente correta abria espaço: anexo ao Memorial, foi inaugurado o primeiro crematório da região. Assim, o local conseguiu, mais uma vez, suprir a demanda e realizar um desejo que era de boa parte da comunidade: uma alternativa viável ao sepultamento que ficasse ao alcance da população local.

Excelência em qualidade
O Memorial Vera Cruz é um lugar projetado para que as pessoas possam sentir-se bem em um momento tão difícil e delicado quanto o óbito de um ente querido. É por isso que o diretor do cemitério, Felipe Badotti, aposta em aperfeiçoamento para os serviços que o Memorial presta. Cursos, convenções, troca de experiências, sempre ao lado das organizações mais experientes e renomadas do mundo. “Eu acredito que se conhecermos outras realidades, somos capazes de poder oferecer cada vez mais o que existe de melhor às pessoas que vivem na nossa realidade”, considera. Além do mais, não é à toa que a empresa é ganhadora de duas medalhas do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), uma em 2015 e outra em 2017, sendo o único cemitério e crematório do Estado a receber tal reconhecimento.

As equipes de atendimento, também muito bem treinadas para oferecer suporte às famílias enlutadas, não passam despercebidas aos olhos de quem já precisou dos serviços do Memorial, como a senhora Ruth Fontana Ferri, por exemplo, que relata ter se sentido acolhida pela equipe do Memorial Vera Cruz quando sua irmã faleceu. “Tive plano de assistência funeral com outra empresa durante 17 anos, mas acabei trocando pelo plano do Memorial [Plano Vida Memorável]. Dois meses depois de fecharmos contrato, minha irmã faleceu. Nós não imaginávamos que isso iria acontecer tão rápido, mas nos sentimos bem por termos o amparo do Memorial neste momento tão difícil”, indica ela e relembra que, ainda lá na construção do cemitério, conheceu a estrutura e teve sua visita guiada pelo fundador, Dalvino Badotti, “um homem íntegro e muito atencioso”, comenta Dona Ruth.

Já sua sobrinha, Ana Simone Fontana Ferrari, pondera sobre a flexibilidade financeira que encontrou no Memorial Vera Cruz. “À época, a equipe foi compreensível com a nossa situação e conseguimos negociar sem nenhum problema. Acredito que esta seja uma característica muito valiosa, considerando-se o nosso momento de perda”, estima ela, também recordando sobre a qualidade do atendimento: “nós tínhamos um certo receio sobre como encontraríamos a minha mãe, quando chegássemos ao velório. Mas ao ver a última expressão dela, com aquele ar de plenitude, sabíamos que tínhamos escolhido a melhor opção. Tenho certeza de que a minha mãe foi muito bem cuidada”, fala Ana Simone.

Alguns números
Nestes 13 anos de atuação foram feitos milhares de atendimentos no Memorial Vera Cruz, que ofereceu abrigo e conforto às mais diversas pessoas, pertencentes às mais diversas famílias. Em números, foram:
Quase 5500 velórios
2037 pessoas sepultadas
3000 espaços cedidos
1100 cremações efetuadas

Lóculos ecológicos

Planos futuros
Visando a ser cada vez mais referência no que faz, o Memorial Vera Cruz lançou uma nova forma de sepultamento, que chegará em breve a outras partes do Brasil e do mundo. O novo método tem caráter 100% ecológico, evita uma série de transtornos no momento do sepultamento e promete uma experiência mais tranquila às famílias das pessoas sepultadas, já que exclui materiais de obra, como tijolos, cimento e argamassa e, justamente por isso, impede vazamentos garantindo a filtragem de todos os resíduos. “Estudos mostram que a lembrança mais negativa de um sepultamento é o barulho de pás fechando o lóculo. O novo sistema de sepultamento não faz barulho ou emite odores”, explica Felipe Badotti.

“Além de ser uma grande evolução em termos de sepultamento, ficamos muito orgulhosos em afirmar que o melhor método já desenvolvido surgiu a partir de nós; a partir do Memorial Vera Cruz”, observa ele.
Esse novo método, por sua vez, abre espaço para a construção de várias novas galerias para sepultamento nas dependências do Memorial, que já estão em desenvolvimento e já têm unidades disponíveis para aquisição.